É
sua função proteger a unidade de sua igreja A unidade da igreja é tão
importante que o Novo Testamento dá mais importância a isso do que ao
céu ou ao inferno. Deus deseja profundamente que experimentemos unidade e
harmonia uns com os outros. A unidade é a alma da comunhão. Destrua-a, e
estará rasgando o coração do corpo de Cristo. É a essência, o âmago de
como Deus pretende que experimentemos a vida conjunta na igreja. Nosso
modelo supremo de unidade é a Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito
Santo são totalmente unidos em um. O próprio Deus é o maior de todos os
exemplos de amor sacrificial, altruísmo e harmonia perfeita. Assim como
qualquer pai, nosso Pai celestial tem prazer em ver os filhos em
harmonia uns com os outros. Em seus últimos momentos, antes de ser
preso, Jesus orou apaixonadamente pela nossa unidade.(João 17.20-23)
Uma vez que você tenha descoberto como Deus quer que seja a verdadeira comunhão, é fácil ficar desanimado pela disparidade entre o ideal e o real em sua igreja. Você deve amar apaixonadamente a igreja, a despeito de suas imperfeições. Ansiar pelo ideal enquanto critica o real é sinal de imaturidade. Em contrapartida, conformar-se com o real sem lutar pelo ideal é passividade. As pessoas ficam desiludidas com a igreja por muitas razões compreensíveis. A lista poderia ser bastante longa: conflitos, mágoas, hipocrisia, negligência, mesquinharias, legalismo e outros pecados. Em vez de ficarmos abalados e surpresos, devemos lembrar que a igreja é feita de pecadores de verdade, inclusive nós mesmos. Por sermos pecadores, magoamos uns aos outros, às vezes intencionalmente e às vezes sem querer. Mas, em vez de deixarmos a igreja, precisamos ficar e solucionar o que for de alguma forma possível. A reconciliação, não a evasão, é a estrada para um caráter mais forte e para uma comunhão mais profunda.
Toda igreja deveria afixar uma placa: Pessoas perfeitas não precisam entrar. Este é um lugar somente para os que admitem ser pecadores, precisam de graça e querem crescer.
Uma vez que você tenha descoberto como Deus quer que seja a verdadeira comunhão, é fácil ficar desanimado pela disparidade entre o ideal e o real em sua igreja. Você deve amar apaixonadamente a igreja, a despeito de suas imperfeições. Ansiar pelo ideal enquanto critica o real é sinal de imaturidade. Em contrapartida, conformar-se com o real sem lutar pelo ideal é passividade. As pessoas ficam desiludidas com a igreja por muitas razões compreensíveis. A lista poderia ser bastante longa: conflitos, mágoas, hipocrisia, negligência, mesquinharias, legalismo e outros pecados. Em vez de ficarmos abalados e surpresos, devemos lembrar que a igreja é feita de pecadores de verdade, inclusive nós mesmos. Por sermos pecadores, magoamos uns aos outros, às vezes intencionalmente e às vezes sem querer. Mas, em vez de deixarmos a igreja, precisamos ficar e solucionar o que for de alguma forma possível. A reconciliação, não a evasão, é a estrada para um caráter mais forte e para uma comunhão mais profunda.
Toda igreja deveria afixar uma placa: Pessoas perfeitas não precisam entrar. Este é um lugar somente para os que admitem ser pecadores, precisam de graça e querem crescer.

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